Furo de notícia! Flagramos a diagramação do jornal Eco Kids da Escola Monteiro Lobato!

Muito mais por coincidência do que por atuação como jornalista, em busca de “furos de notícia”, captamos a preparação da nova edição do jornal Eco Kids.

A 10ª edição será lançada no dia 29 de setembro de 2018, em Vitória da Conquista. Não foi sequer apresentada ao Conselho Editorial do projeto Eco Kids e Eco Teens. Tampouco aos alunos, professores e Diretores da Escola Monteiro Lobato, responsáveis pelas matérias.

Todavia, pudemos ver alguns momentos da produção do projeto gráfico (boneca), em fase de preparação pelo universitário Tarcísio de Oliveira, do curso de jornalismo impresso da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

Tarcísio de Oliveira e Marcelo Andrade foram destacados pelo Professor Dr. Rubens Sampaio para acompanhamento da escola, dentro de um projeto de extensão do curso de jornalismo impresso da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). A parceria é fruto de convênio entre Ministério Público da Bahia, que coordena o projeto Eco Kids e Eco Teens, e a Universidade.

Como explica Hebe Oliveira¹, “Furo’, ou scoop, em inglês, designa a notícia dada em primeira mão, com exclusividade, por um jornal ou revista (impresso, rádio, televisão ou online)”;  é a notícia capturada no ato de seu acontecimento.

Então, aproveitando a sorte de estarmos “no lugar certo e no tempo certo” ², de forma a obtermos a notícia antes dos demais, seguem as imagens exclusivas da diagramação do jornal Eco Kids, com matérias produzidas pela Escola Monteiro Lobato.

 

(1) OLIVEIRA, Hebe Maria Gonçalves de. Uma reflexão teórica sobre o furo de reportagem a partir da lógica de distribuição de conteúdos das agências de
notícias nacionais no interior dos conglomerados de mídia.  Estudos em Jornalismo e Mídia, vol. 11 Nº 2. Julho a Dezembro de 2014.  p-584-595. ISSNe 1984-6924. Disponível em:<https://periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/article/download/1984-6924.2014v11n2p584/28243>. Acesso em: 04 ago. 2018.

(2)SCHUDSON,  apud OLIVEIRA, 2014, p. 585.

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